Oh minha mãe, se pudesses voltar!
Abraçar-me-ia a teus pés,
Chorando, sorrindo e pedindo:
Perdão!
Pelas palavras mal faladas,
Pela existência sofrida,
Pelas chagas e feridas
Que fiz em teu coração!
Tu bem sabes que te amo.
Que por toda a minha vida
Temi a grande ferida
Que hoje trago no peito.
Tu eras a razão de meu viver!
À luz dos teus olhos serenos,
Tão tranqüilo descansava.
Mas hoje as trevas invadem,
Sem compaixão ou piedade,
Os frangalhos de meu ser.
Hoje grito sem resposta:
Onde está o teu sorriso?
A dor que sinto é tamanha
A solidão me devora,
Por que partiste tão cedo?
Por que tu foste embora?
Oh dor suprema
Que a cada dia cresce.
Como seta flamejante e rude,
Canção e alegria emudecem.
JOSÉ LUIZ
1991
Abraçar-me-ia a teus pés,
Chorando, sorrindo e pedindo:
Perdão!
Pelas palavras mal faladas,
Pela existência sofrida,
Pelas chagas e feridas
Que fiz em teu coração!
Tu bem sabes que te amo.
Que por toda a minha vida
Temi a grande ferida
Que hoje trago no peito.
Tu eras a razão de meu viver!
À luz dos teus olhos serenos,
Tão tranqüilo descansava.
Mas hoje as trevas invadem,
Sem compaixão ou piedade,
Os frangalhos de meu ser.
Hoje grito sem resposta:
Onde está o teu sorriso?
A dor que sinto é tamanha
A solidão me devora,
Por que partiste tão cedo?
Por que tu foste embora?
Oh dor suprema
Que a cada dia cresce.
Como seta flamejante e rude,
Canção e alegria emudecem.
JOSÉ LUIZ
1991

Nenhum comentário:
Postar um comentário