
Novamente as trevas.
Novamente a escuridão.
Pesam-me o peito e estas chagas,
Pesa-me a vida como vagas.
A tarde lá fora, é linda.
Mas negro vai meu coração.
E a luz me foge aos sentidos.
E a paz desaparece sem perdão.
Sou condenado, sou ferido,
Sinto que parte a salvação,
Oh, alma triste, acabrunhada,
Por que te entregas à tristeza?
Tu, que contemplas a beleza,
Desde sol lindo, desta luz?
Dos belos gestos da harmonia.
Do entardecer o fulvo céu.
Das cachoeiras o sussurro.
Dos interiores o sertão.
Dos altos montes os penedos.
Do céu carmíneo as tempestades,
E do Senhor a compaixão?
Que acaricia nossas frontes,
Com ternos beijos paternais.
Que infla a vida de mistérios,
Pra que avancemos sem cessar?
Marcha perene do progresso,
Que nos obriga a caminhar.
Que como o sol, mesmo cansado,
É obrigado a amanhecer.
Mesmo tão triste e esmagado,
Sou obrigado a padecer.
Mas nesta vida, tudo passa.
Sei que a Passagem é real.
Quero seguir nessa viagem,
E um dia em luz me transformar.
E cessarão todas as dores.
E do Senhor, as lindas mãos.
Hão d’estas lágrimas secar.
Felicidade sem limites,
Fonte perene a jorrar.
Vida sem fim, vida de luz.
Vida de paz, com meu Jesus.
José Luiz 2003
Novamente a escuridão.
Pesam-me o peito e estas chagas,
Pesa-me a vida como vagas.
A tarde lá fora, é linda.
Mas negro vai meu coração.
E a luz me foge aos sentidos.
E a paz desaparece sem perdão.
Sou condenado, sou ferido,
Sinto que parte a salvação,
Oh, alma triste, acabrunhada,
Por que te entregas à tristeza?
Tu, que contemplas a beleza,
Desde sol lindo, desta luz?
Dos belos gestos da harmonia.
Do entardecer o fulvo céu.
Das cachoeiras o sussurro.
Dos interiores o sertão.
Dos altos montes os penedos.
Do céu carmíneo as tempestades,
E do Senhor a compaixão?
Que acaricia nossas frontes,
Com ternos beijos paternais.
Que infla a vida de mistérios,
Pra que avancemos sem cessar?
Marcha perene do progresso,
Que nos obriga a caminhar.
Que como o sol, mesmo cansado,
É obrigado a amanhecer.
Mesmo tão triste e esmagado,
Sou obrigado a padecer.
Mas nesta vida, tudo passa.
Sei que a Passagem é real.
Quero seguir nessa viagem,
E um dia em luz me transformar.
E cessarão todas as dores.
E do Senhor, as lindas mãos.
Hão d’estas lágrimas secar.
Felicidade sem limites,
Fonte perene a jorrar.
Vida sem fim, vida de luz.
Vida de paz, com meu Jesus.
José Luiz 2003

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