
Compadece-te de mim, Senhor, Mestre Divino!
Sinto-me repulsivo. Os que me vêm fogem de mim com asco.
Meus olhos não querem mais a luz do sol.
Desejo ardentemente a morte, mas ela também foge de mim.
Sinto-me condenado à vida
Que nada mais é do que morte impiedosa!
Meu crânio é qual caixa rota cheia de tristezas e frustrações.
SOCORRE-ME SENHOR!
As palavras são tão pequenas, tão frágeis e insuficientes.
Todos os meus sonhos se desvaneceram como fumaça que se perde no espaço.
Meus pensamentos são nascentes de rios de lágrimas.
Não há um humano, um filho de homem sequer,
que possa atenuar o sofrimento desta hora.
Oh, Mestre Divino! Meu amigo incomparável!
Só Tu restaste em minha vida!
Ergue-me do lodaçal em que me encontro
e lava-me com o Teu sangue precioso!
Só Tu podes me ajudar!
Faz-me encarar a dor da vida
como ponte bendita sobre águas revoltas:
a ponte que leva à felicidade incomensurável
da sensação do dever cumprido!
Socorre-me Senhor querido!
Provê a minha alma de forças para palmilhar
dignamente, o que resta da espinhosa estrada.
Que assim seja.
José Luiz
03/11/2005
Sinto-me repulsivo. Os que me vêm fogem de mim com asco.
Meus olhos não querem mais a luz do sol.
Desejo ardentemente a morte, mas ela também foge de mim.
Sinto-me condenado à vida
Que nada mais é do que morte impiedosa!
Meu crânio é qual caixa rota cheia de tristezas e frustrações.
SOCORRE-ME SENHOR!
As palavras são tão pequenas, tão frágeis e insuficientes.
Todos os meus sonhos se desvaneceram como fumaça que se perde no espaço.
Meus pensamentos são nascentes de rios de lágrimas.
Não há um humano, um filho de homem sequer,
que possa atenuar o sofrimento desta hora.
Oh, Mestre Divino! Meu amigo incomparável!
Só Tu restaste em minha vida!
Ergue-me do lodaçal em que me encontro
e lava-me com o Teu sangue precioso!
Só Tu podes me ajudar!
Faz-me encarar a dor da vida
como ponte bendita sobre águas revoltas:
a ponte que leva à felicidade incomensurável
da sensação do dever cumprido!
Socorre-me Senhor querido!
Provê a minha alma de forças para palmilhar
dignamente, o que resta da espinhosa estrada.
Que assim seja.
José Luiz
03/11/2005














