
Mágoas, dores, decepções, tristezas...
Ah se soubéssemos quão pequenas são diante da amplitude de Deus em seu verdadeiro sentido!
Como almejaria que todo o amor do universo infinito buscasse guarida nos corações! Todo o amor, do qual os homens jamais deveriam ter se afastado, desde o princípio. Pois na verdade, tudo se resume nesta única palavra: AMOR. A felicidade e a paz são suas filhas mais queridas.
Mas, o que é o amor?
O amor nunca foi egoísta, não se resume a uma única pessoa. Sentimento tal, jamais deveria ser chamado amor. Todos nós, mergulhados estamos em Deus e Ele é Amor. Sendo assim, o Amor sublime é o que ama a todos indistintamente, até aos maiores inimigos. Longe estou de alcançar tal sublimidade, pois às pequenas coisas ainda me apego, tal como a criança insiste ser seu um brinquedo que não é.
Quão bom seria se todas as pessoas se conscientizassem de que “todos nós fazemos parte de uma história sem fim! Não buscariam gozar desesperadamente de todos os prazeres que nossa passageira vida oferece. Todas as almas se asserenariam nos “grandes braços de Deus” e compreenderiam o verdadeiro sentido da vida”.
Mágoas, dores, decepções, tristezas... São simplesmente sombras que desaparecem, sombras que nada têm a ver com a realidade da vida que jamais acaba!
Oh, quão feliz seria se tivesse compreendido tais verdades há tempos atrás. As montanhas seriam então, castelos de areia, e a revolta amarga jamais teria em mim feito morada! Mas nunca é tarde, pois nossa história não tem fim. A tristeza morre, mas a felicidade pode ser eterna!
Ah se soubéssemos quão pequenas são diante da amplitude de Deus em seu verdadeiro sentido!
Como almejaria que todo o amor do universo infinito buscasse guarida nos corações! Todo o amor, do qual os homens jamais deveriam ter se afastado, desde o princípio. Pois na verdade, tudo se resume nesta única palavra: AMOR. A felicidade e a paz são suas filhas mais queridas.
Mas, o que é o amor?
O amor nunca foi egoísta, não se resume a uma única pessoa. Sentimento tal, jamais deveria ser chamado amor. Todos nós, mergulhados estamos em Deus e Ele é Amor. Sendo assim, o Amor sublime é o que ama a todos indistintamente, até aos maiores inimigos. Longe estou de alcançar tal sublimidade, pois às pequenas coisas ainda me apego, tal como a criança insiste ser seu um brinquedo que não é.
Quão bom seria se todas as pessoas se conscientizassem de que “todos nós fazemos parte de uma história sem fim! Não buscariam gozar desesperadamente de todos os prazeres que nossa passageira vida oferece. Todas as almas se asserenariam nos “grandes braços de Deus” e compreenderiam o verdadeiro sentido da vida”.
Mágoas, dores, decepções, tristezas... São simplesmente sombras que desaparecem, sombras que nada têm a ver com a realidade da vida que jamais acaba!
Oh, quão feliz seria se tivesse compreendido tais verdades há tempos atrás. As montanhas seriam então, castelos de areia, e a revolta amarga jamais teria em mim feito morada! Mas nunca é tarde, pois nossa história não tem fim. A tristeza morre, mas a felicidade pode ser eterna!

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