
Erramos tantas vezes.
Abandonando a cruz à beira do caminho.
A cruz que nos faria felizes.
A cruz que ponte seria,
Na abissal travessia,
Composta de pedernais caminhos,
Do tempo que nos intriga,
Da vida que nos fustiga,
Do cansaço que nos congela mil vezes,
Mil vezes nos faz cair.
E os que por nós vão passando,
Vão meneando as cabeças.
Tão poucos nos trazem luz.
Tão poucos nos incentivam.
Tão poucos são Cireneus,
Mas muitos nos martirizam.
E tantos nos querem mortos.
São tantos que nos castigam.
Pisando os dedos cansados,
Que em vão se agarram às pedras,
À beira do precipício.
José Luiz
27/02/2004
Abandonando a cruz à beira do caminho.
A cruz que nos faria felizes.
A cruz que ponte seria,
Na abissal travessia,
Composta de pedernais caminhos,
Do tempo que nos intriga,
Da vida que nos fustiga,
Do cansaço que nos congela mil vezes,
Mil vezes nos faz cair.
E os que por nós vão passando,
Vão meneando as cabeças.
Tão poucos nos trazem luz.
Tão poucos nos incentivam.
Tão poucos são Cireneus,
Mas muitos nos martirizam.
E tantos nos querem mortos.
São tantos que nos castigam.
Pisando os dedos cansados,
Que em vão se agarram às pedras,
À beira do precipício.
José Luiz
27/02/2004

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