quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O FIM/INÍCIO


Na vida hostil que se me apresenta
As flores já não tem mais cor
A natureza vai se desfocando
E a vida vai se transformando em dor.

O fim/início vai se aproximando
Hei de quebrar esta servidão
A luz intensa vai se definindo
A esperança renasce do chão.

Ah! Como é lindo pairar no infinito
Livre da tristeza e da solidão
Ouvindo perto vozes tão bonitas.
Vão desfazendo o antigo ser aflito.

Mais uma vez no vero lar estou
Mais uma vez hei de me avaliar
Juíza austera seu posto tomou
É a consciência em meu coração.

As cenas passam com clareza tal
Fazem de novo ver as aflições.
Meu peito explode com as emoções
Vergonha, vergonha do mal.

A eternidade terei para sorrir
Porém nem tudo serão flores
Pois esta taça ainda vou sorver
Muitos serão ainda os dissabores.

Assim a vida não v ai terminar
Para a perfeição,sempre caminhar
A dor plangente, sim terminará!
Na glória linda hei de triunfar!

José Luiz
2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

VERSOS DE PAZ


Canto a esperança
Canto a vida
Canto a paz
Canto a saída.

Se o mal persiste
Não desesperes
O Bem virá
Como tu queres.

A paz consiste
Em entender
que Deus existe
em meu viver.

Assim caminho
Sempre cantando
Pois na saída
Há luz jorrando!




José Luiz
2008

SEMPRE CANTAREI


Sempre cantarei.
Mesmo que o sol não apareça
Mesmo que a tarde entristeça
Mesmo que falte a alegria
Mesmo que tarde a harmonia
Mesmo que o peito se cale
Mesmo que o amor não exale
Mesmo que fira-me a foice
Mesmo que a vida enfraqueça
Mesmo que a mente se esqueça
Mesmo que a luz esmoreça
Mesmo que a tristeza apareça
Mesmo que sequem as flores
Sempre ressurgirão
No ciclo eterno da vida
Sempre há esperança em meu chão
Pois esta vida que amamos
De uma história sem fim faz parte
Por mais que não compreendas
Dentro de ti Deus está
Procura e o acharás
Aquieta-te e o silêncio virá
A paz sempre há de brotar
A morte não mais assusta
Pois vida maior trará
A morte não mais assusta
Pois há de me libertar
Desta gaiola de carne
Que enfraquecida já está
Os sofrimentos acerbos
Desta vida tão sofrida
Passado então se fará.


José Luiz
2008