
Na vida hostil que se me apresenta
As flores já não tem mais cor
A natureza vai se desfocando
E a vida vai se transformando em dor.
O fim/início vai se aproximando
Hei de quebrar esta servidão
A luz intensa vai se definindo
A esperança renasce do chão.
Ah! Como é lindo pairar no infinito
Livre da tristeza e da solidão
Ouvindo perto vozes tão bonitas.
Vão desfazendo o antigo ser aflito.
Mais uma vez no vero lar estou
Mais uma vez hei de me avaliar
Juíza austera seu posto tomou
É a consciência em meu coração.
As cenas passam com clareza tal
Fazem de novo ver as aflições.
Meu peito explode com as emoções
Vergonha, vergonha do mal.
A eternidade terei para sorrir
Porém nem tudo serão flores
Pois esta taça ainda vou sorver
Muitos serão ainda os dissabores.
Assim a vida não v ai terminar
Para a perfeição,sempre caminhar
A dor plangente, sim terminará!
Na glória linda hei de triunfar!
José Luiz
2008
As flores já não tem mais cor
A natureza vai se desfocando
E a vida vai se transformando em dor.
O fim/início vai se aproximando
Hei de quebrar esta servidão
A luz intensa vai se definindo
A esperança renasce do chão.
Ah! Como é lindo pairar no infinito
Livre da tristeza e da solidão
Ouvindo perto vozes tão bonitas.
Vão desfazendo o antigo ser aflito.
Mais uma vez no vero lar estou
Mais uma vez hei de me avaliar
Juíza austera seu posto tomou
É a consciência em meu coração.
As cenas passam com clareza tal
Fazem de novo ver as aflições.
Meu peito explode com as emoções
Vergonha, vergonha do mal.
A eternidade terei para sorrir
Porém nem tudo serão flores
Pois esta taça ainda vou sorver
Muitos serão ainda os dissabores.
Assim a vida não v ai terminar
Para a perfeição,sempre caminhar
A dor plangente, sim terminará!
Na glória linda hei de triunfar!
José Luiz
2008


