
As mães são anjos benditos,
A quem Deus confiou a luz.
As mães são seres bonitos
Que com amor infinito
Carregam dos filhos a cruz.
Oh morte, por que separas,
Aqueles que tanto se amam?
A campa fria escancaras,
Com suas bocas bizarras
Recolhem corpos de anjos.
Mas anjos não morrem nunca.
Estão a velar por nós.
Invisíveis, luminosos,
Silenciam a voz atroz
Oh, minha mãe tão querida!
Sei que estamos sempre unidos.
Não estás na tumba fria,
Pois encontraste teus guias,
e nossos anjos amigos.
E ansioso aguardo o dia,
De em luz te contemplar.
E músicas inefáveis, maravilhosas,
Em esferas de luz garbosas,
Vamos felizes cantar.
A quem Deus confiou a luz.
As mães são seres bonitos
Que com amor infinito
Carregam dos filhos a cruz.
Oh morte, por que separas,
Aqueles que tanto se amam?
A campa fria escancaras,
Com suas bocas bizarras
Recolhem corpos de anjos.
Mas anjos não morrem nunca.
Estão a velar por nós.
Invisíveis, luminosos,
Silenciam a voz atroz
Oh, minha mãe tão querida!
Sei que estamos sempre unidos.
Não estás na tumba fria,
Pois encontraste teus guias,
e nossos anjos amigos.
E ansioso aguardo o dia,
De em luz te contemplar.
E músicas inefáveis, maravilhosas,
Em esferas de luz garbosas,
Vamos felizes cantar.
José Luiz
2003

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