
Tudo é tão passageiro
Como as águas daquele rio
Tudo tão lisonjeiro
“Vaidade das vaidades; vazio”.
É esta a dor da alma triste
Estar feliz agora; e depois?
Perder a tudo o que mais se ama.
Perder a luz dos olhos, perder o amor.
Vazio está meu peito, sem guarida.
Vazia vai a vida até o fim.
Vazio serei na hora da partida.
Vazio de graça, vazio de mim.
Oh, Deus dos tristes combalidos.
Não permití que a vida passe assim.
Quero o meu ser abrir a todos seres.
Ser ponte, ser rio, ser um festim.
Mas ao pensar na perda do que amo.
As ilusões que vão além do sonho;
Enche-me o ser triste amargor
E sinto a morte a arrefecer a dor.
José Luiz
2008
Como as águas daquele rio
Tudo tão lisonjeiro
“Vaidade das vaidades; vazio”.
É esta a dor da alma triste
Estar feliz agora; e depois?
Perder a tudo o que mais se ama.
Perder a luz dos olhos, perder o amor.
Vazio está meu peito, sem guarida.
Vazia vai a vida até o fim.
Vazio serei na hora da partida.
Vazio de graça, vazio de mim.
Oh, Deus dos tristes combalidos.
Não permití que a vida passe assim.
Quero o meu ser abrir a todos seres.
Ser ponte, ser rio, ser um festim.
Mas ao pensar na perda do que amo.
As ilusões que vão além do sonho;
Enche-me o ser triste amargor
E sinto a morte a arrefecer a dor.
José Luiz
2008

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